sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Amor em tempos mais tolerantes

Vou começar esse post com a frase mais clichê do mundo: ter um filho muda a vida. Mas para mim, uma controladora viciada, a frase que vem antes dessa é ter um filho é perder o controle. Não no sentido de se desesperar, ter um piti, sair gritando. Ter um filho é aceitar as coisas como ela são, não como você gostariam que fossem. Quando meu filho nasceu imaginei como ele seria, como seria nossa relação. Errei na mosca. Sou uma péssima vidente. Ele não é como eu criei na minha cabeça, nem sou a mãe que eu imaginava ser. Mas isso é ruim? Acho que não. É o maior exercício emocional que alguém poderia fazer. Mas minha história fica pequena, fútil, besta, quando se compara a experiência desse pais. Pra mim a maior demonstração de amor e que eu já vi.






3 comentários:

Tatiana Monte disse...

Olá,
Vamos discutir educação? pois bem estou fazendo um sorteio bacana lá no blog...dois livros que falam sobre educação.
Passa lá pra dar uma olhadinha vale a pena
beijos
www.sublimeamordemae.blogspot

Sabrina Saraiva disse...

Oi Laura,
Vez ou outra visito seu blog...Agora tive que me manifestar. Mesmo clichê não há nada que explique melhor: um filho muda você e tê-los é sim descobrir-se sem controle. Muito lindo...Amor puro o desses pais...E nós, tão limitados nas nossas falsas certezas...Obrigada , me fez bem conhecer essas histórias!

Vê ~~* disse...

Tudo eeh questão de tempo... na vida a gnt sempre tenta adivinhar as coisas e quando vemos o passado, smp valeu a pena.. todos vivemos certo de acordo com a gnt :) Beeijo